A creatina é um composto formado pelos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Ela é produzida naturalmente pelo nosso corpo em pequenas quantidades e também pode ser encontrada em alimentos como carnes vermelhas e peixes. A descrição do produto deve ser clara, informativa e coerente com a sua categoria.
Os benefícios da creatina devem seguir rigorosamente as alegações aprovadas na Ficha Técnica. De acordo com as diretrizes:
Auxílio no desempenho físico: Pode ser mencionada como um suporte para a rotina de exercícios, desde que não prometa "transformação garantida" ou resultados imediatos.
Suporte nutricional: O foco deve ser a complementação da alimentação e o uso na rotina diária.
Restrições de linguagem: É proibido atribuir efeitos terapêuticos, melhora de condições de saúde específicas ou ganho de peso garantido se não estiver estritamente suportado por alegações permitidas.
Foco na realidade: Não devem ser feitas promessas de "mais energia garantida" ou melhoras cognitivas que extrapolem o sentido das alegações vigentes.
A indicação de uso deve ser feita de forma sugestiva e com baixo risco, evitando induzir o consumidor a engano sobre os efeitos do produto:
Diferentes perfis: Pode ser utilizada por diversos públicos, desde que o título e a descrição não impliquem benefícios de saúde não autorizados.
Público sênior e praticantes de atividades: O conteúdo deve focar na experiência de uso e na rotina, sem utilizar linguagem de tratamento, prevenção de doenças ou cura de condições como a sarcopenia.
Hospitalizados e casos específicos: Não deve haver aconselhamento de consumo para "melhorar a saúde" ou com "ação curativa". Indicações para públicos específicos devem seguir exatamente o que consta nos documentos regulatórios do produto.
Orientações de consumo: As condições de uso, dose e advertências devem ser mantidas exatamente conforme a Ficha Técnica vigente.