As vitaminas são nutrientes essenciais que devem ser apresentados de forma clara e informativa, em total coerência com a categoria do produto. A lista inclui a Vitamina A, o Complexo B (B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12), Vitamina C, Vitamina D e Vitamina E. É fundamental que a denominação e a descrição não induzam o consumidor a erro sobre a natureza ou os efeitos desses nutrientes.
A suplementação é uma ferramenta para complementar a alimentação habitual. De acordo com as diretrizes regulatórias:
Foco na rotina: O conteúdo deve ser sugestivo e focado no uso diário para suprir necessidades nutricionais.
Vedação de promessas: Não é permitido incentivar o consumo com promessas de "melhorar a saúde", "prevenir doenças" ou "curar".
Informação Técnica: Qualquer menção a grupos específicos, como gestantes ou idosos, deve estar estritamente suportada pela Ficha Técnica e não implicar benefícios de saúde não autorizados.
Propriedades Medicinais: É proibido indicar propriedades medicinais ou terapêuticas no texto.
A indicação de consumo deve ser feita de maneira objetiva, seguindo rigorosamente os documentos regulatórios:
Público-alvo: Deve-se informar o público-alvo exatamente como consta na Ficha Técnica vigente.
Orientações de uso: As advertências e condições de uso aplicáveis ao produto devem ser mantidas integralmente para não induzir o consumidor a engano.
Sem aconselhamento estimulante: Não se deve aconselhar o consumo como "estimulante" ou para finalidades de saúde/doença.
A classificação das vitaminas deve ser técnica e verificável, alinhada à composição declarada:
Categorias: As vitaminas podem ser divididas entre lipossolúveis e hidrossolúveis, conforme suas características de solubilidade.
Rigor Científico: A descrição dessas características deve ser informativa, evitando atribuir efeitos ou propriedades que não possam ser demonstradas.
Coerência com o Rótulo: Toda a explicação sobre os tipos de vitaminas deve manter coerência total com a rotulagem e a Ficha Técnica.